Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?

Enviada em 08/12/2020

Desde do Brasil colônia, é notório que a natureza é fundamental para os seres humano, porém, os mesmos humanos não apresentam grande interesse para a natureza. O meio ambiente, especificamente no Brasil, são abundantes em vários recursos e funcionam como um grande reator para o equilíbrio da estabilidade ambiental do planeta, porém, a Floresta Amazônica, no brasil, vê que desde os tempos antigos é desmatada e destruída. O Pau-Brasil, uma planta exclusiva do país que foi totalmente erradicada das terras, devidos as Grandes Navegações que exploraram bastante das terras brasileiras, exibe que desde o Brasil colonial, já existia algum meio de desmatamento humano.

Em primeiro lugar, informações publicadas no G1 afirmam que a Amazônia e as florestas tropicais armazenam de 90 bilhões a 140 bilhões de toneladas métricas de carbono. Esses dados expõem que a Amazônia é considerada o ‘‘pulmão do mundo’’, e que é dever de todos zelar e interessar-se nesse patrimônio cultural. Com a “marcha para o oeste brasileira” a partir da década de 1950, o eixo Cerrado-Amazônia, até então quase inexplorado, passou a sofrer com a expansão agroindustrial, queimadas e as consequências da revolução verde. Esses fatores ameaçam não só a floresta, mas também todos que dependem dela.

Desde a primeira Revolução Industrial, ocorrida no século XVIII, o homem capitalista tem encontrado dificuldades para relacionar o desenvolvimento com a conservação dos recursos naturais, consequentemente, locais como a Floresta Amazônica,  vem sofrendo grandes devastações. De acordo com o filósofo Descartes, ‘‘Não existem métodos fácies para resolver problemas difíceis’’, ou seja, por mas que a maior parte da Amazônia esteja localizada no Brasil, não é só dever dos brasileiros interessar-se pela natureza, mas sim dever de todos os humanos. A obra cinematográfica, Wall-E, retrata o futuro dos humanos, onde o planeta terra está totalmente devastado, recursos naturais totalmente erradicados, e consequentemente, não há vida humana na terra.

Portanto, é necessária ‘‘atitudes humanas’’, para que não exista mais plantas erradicadas, como exemplo o Pau-Brasil. Assim, é dever do Estado, conscientizar e implementar leis que apliquem restrições para qualquer infração cometida no meio ambiente e que o mesmo  incentive o reflorestamento das florestas. É preciso que todos os países da Organização das Nações Unidas (ONU) exijam mais conferências como a própria ECO-92, ocorrida no Rio de Janeiro, que retrata a conservação de recursos e de biomas como a Amazônia. Por último, e mais importante, é necessário que cada ser humano ponha um ponto final nos desmatamentos e que preservem cada vez mais o meio ambiente. ‘‘É mais rico aquele que se contenta com pouco, pois satisfação é a riqueza da natureza.’’, (Sócrates.)