Problemas relacionados à alimentação no século XXI
Enviada em 05/10/2020
Desde a consolidação do capitalismo, no século XVI, e a ampliação das jornadas de trabalho no Brasil, o ser humano se distanciou dos cuidados com a alimentação. Hoje, ainda, é possível notar na sociedade brasileira está cada vez menos disposta a consumir alimentos que sejam favoráveis para a regulamentação alimentar e o quanto isso é prejudicial à saúde humana. Nessa conjectura, são necessárias ações preventivas de saúde e, também, estabelecer uma nítida percepção sobre os maus hábitos alimentares.
Em que pese já existam várias opções de dietas práticas, nota-se que, prevenir-se de problemas de saúde por meio da alimentação ainda não é uma realidade no Brasil. Isso porque, com o ritmo hiperveloz da sociedade contemporânea, as pessoas não têm tempo para uma alimentação saudável nem para a a prática de exercícios e acabam recorrendo a “fast-food” e alimentos ultraprocessados, que apresentam altíssimos índices calóricos, o que leva a muitos problemas de saúde, a exemplo de problemas do coração. Prova disso é que nos EUA, um dos maiores consumidores de “fast food” do mundo, a alimentação desajustada responde por 45% das mortes por doenças cardiovasculares, de acordo com a Academia Americana de Medicina. Dessa forma, urge buscar meios de contornar a situação, pois, de acordo com a OMS, essa doença é uma das que mais mata também no Brasil.
Além disso, é importante ressaltar a necessidade de conscientizar as pessoas sobre os maus hábitos alimentares. Isso porque, muitas pessoas deixam de lado a alimentação saudável para aproveitar-se de “guloseimas”. Adaptando a ideia de modernidade líquida de Zygmunt Bauman, parece que, hoje, o prazer imediato e o pouco cuidado com o futuro têm sido prioridade na vida do indivíduo brasileiro, que, em todo tempo, prefere o mais rápido—de certa forma, o mais saboroso— e deixa de lado o que pode, de fato, alimentar-se. Assim, é evidente a brevidade de minimizar a má alimentação.