Preconceito Linguístico
Enviada em 01/11/2018
Como nos famosos gibis de Maurício De Sousa, Chico Bento, era um personagem conhecido por sua forma “caipira” de falar, indo contra a norma culta padrão do português. Mas não só em histórias em quadrinhos esse fato acontece. Embora estejamos em pleno século XXI, ainda existe uma grande porcentagem de pessoas que por terem poucas oportunidades de estudos não falam corretamente a norma culta da língua portuguesa, o que acarreta em um grande preconceito linguístico.
Além disso, de acordo com a Constituição Federal de 1988, todos somos iguais perante a lei. Diante disso, não devemos humilhar e nem exercer assédio linguístico com o próximo por sua forma de falar. Entretanto, um dos fatores que contribuem para esse tipo de preconceito é a diferença de status social, uma grande parte carente da população não tem acesso à educação formal e de qualidade, o que ocasiona no crescimento desse tipo de preconceito.
Contudo, é importante destacar que o preconceito linguístico acontece gerando o deboche, o que pode-se agravar para diversos tipos de violência. Logo, boa parte da população não se informa de que embora fala-se a língua portuguesa, existem muitas variações regionais, um exemplo disso é o sotaque de cada parte do país. Ademais, pessoas que sofrem esse tipo de preconceito se sentem inferiores e humilhadas.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Cabe ao Ministério Da Educação criar projetos em escolas de todo o país orientando pais e alunos sobre as milhares de divergências linguísticas de todas as regiões brasileiras. Deverá ampliar também, os investimentos nas escolas de regiões mais carentes, para que assim tenha uma diminuição de pessoas que não tem o devido acesso a uma educação de qualidade. Outra alternativa também, seria o Ministério Da Cultura criar comerciais informativos na tv sobre o aumento desse preconceito e orientar que não se deve praticar esse tipo de ação com o próximo por o mesmo não dominar ou não saber se expressar corretamente.