Preconceito Linguístico
Enviada em 29/10/2018
Em meados do ano de 1500, o Brasil foi descoberto por uma frota comandada por Pedro Alvares Cabral, e desde então os portugueses tomaram conta do país. Foi implantada a língua portuguesa como língua nativa, porém hodiernamente ela não é dominada por todos os habitantes pela alfabetização precária existente no país, havendo assim discrepância entre classes. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
Embora sempre haja promessas e propostas do governo em ênfase à educação, o sistema está em defasagem. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2016, o Brasil ainda possui cerca de 11,8 milhões de analfabetos, e há predominância na população idosa. As ações governamentais relacionadas à educação permanecem contraproducentes até hoje, e isso precisa ser mudado.
Conquanto, a falta de educação não convém apenas aos precários de ensino escolar. É indubitável que uma grande parcela do grupo social analfabeto sofra com sua situação. Muitos pobres que não possuem acesso ao ensino de qualidade e idosos que não puderam aprender no passado, chegam a sofrer preconceitos pela falta de conhecimento e por suas diferenças, pois muitos se acostumam com a sociedade que vivem, e muitas delas tem educação precária, como por exemplo na série brasileira 3%, onde os pobres do Continente são separados da importante sociedade chamada de Maralto, e só se tornam importantes se mostrarem capacidade para isso.
Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. Segundo a Lei da Inércia, quando nenhuma força é exercida sobre um corpo, ele permanece em seu estado natural. As escolas precisam abordar mais sobre como o preconceito linguístico é errado em aulas de sociologia e possíveis palestras, e o governo aumentar o número de possibilidades educacionais no país, reduzindo assim a taxa de analfabetismo. Dessa forma, o Brasil poderia superar o problema.