Preconceito Linguístico

Enviada em 29/10/2018

O preconceito linguístico resulta da comparação indevida entre o modelo idealizado de língua que se apresenta nas gramáticas normativas e nos dicionários e os modos de falar reais das pessoas que vivem na sociedade. No Brasil, está situação não se difere.Pois, a intolerância linguística acaba gerando grandes problemas como: O aumento entre as diferenças e o crescimento da segregação social.

Primeiramente, o aumento das diferenças  atinge grupos considerados de menor prestígio social, que muitas vezes vive no interior do país. Assim, se tornam alvos facies. Pois, ocorre  comparação que as pessoas da classe média urbana das regiões mais desenvolvidas fazem entre seu modo de falar e o modo de falar dos indivíduos de outras classes sociais e das outras regiões. Esse preconceito se vale de dois rótulos: o “errado” e o “feio” que, mesmo sem nenhum fundamento real, já se solidificaram como estereótipos. Quando estudado, o preconceito linguístico deixa claro que o que está em jogo não é a língua. Pois, o modo de falar é apenas um pretexto para discriminar um indivíduo ou um grupo social por suas características socioculturais e socioeconômicas, como: gênero, raça, classe social, grau de instrução, nível de renda etc.

Além disso, é verificado a presença de uma variante padrão, que faz com que todas outras sejam desrespeitadas.Um grande exemplo, foi o caso de Serra Negra (SP).  O médico Guilherme Capel, foi afastado após ter uma foto sua publicada numa rede social que mostrava o receituário médico com uma frase preconceituosa, por causa da forma como um paciente falava.

Portanto,o preconceito linguístico é um problema, que deve ser resolvido. Logo, é necessário que o Governo Federal, unido ao Ministério da Educação invista em palestras nas salas de aula, para que os alunos possam aprender ,desde cedo, a importância do respeito ao próximo. A mídia, deve investir em campanhas de que tratem a importância das diferenças. Assim, o país terá uma realidade que hoje é um sonho.