Preconceito Linguístico

Enviada em 30/10/2018

A questão do preconceito linguístico tem suas raízes ainda no Brasil colonial, quando os portugueses chegaram à costa e se depararam com os nativos, falantes da língua tupinambá, considerando-os inferiores ao português. Comparando-se ao Brasil atual, o preconceito ainda é presente em diversos setores da sociedade, tornado-se, portanto, necessárias medidas socioeducativas para conter os elevados números de casos.

Em primeiro plano, o preconceito linguístico é notório em vários estados brasileiros. Decorre disso, como visto por muitos, a região Sudeste sendo superior a outras regiões, como o Nordeste, em que é julgada pelo sotaque diferente dos demais, no entanto, pertencendo ao mesmo idioma. O preconceito atinge níveis elevados quando, por exemplo, uma pessoa sai do Nordeste em direção a outras regiões e sofre exclusão social, relacionadas com agressões morais e físicas, sendo essas pessoas degradadas por conta de um estereótipo regional.

Entretanto, por ser um preconceito pouco discutido, muitas pessoas não o conhecem, tornando um problema silencioso e de difícil resolução. No que tange a isso, ainda não existem leis específicas para a denúncia e a devida punição aos agressores, o que evidencia um descaso do governo. Desse modo, é importante que o direcionamento de mais atenção pelo governo seja uma medida efetiva, já que poucos são os casos denunciados e devidamente resolvidos.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse, tais como a criação de leis, mediante aprovação do Congresso, que visam uma maior punição dos agressores, juntamente com a disponibilidade de um número específico para denúncias, como forma mais justa para garantir a igualdade em território nacional. Além disso, como dizia Kant: “o ser humano é o que a educação faz dele” decorre de que é necessário estimular a educação das pessoas através de campanhas e banners vinculados as redes sociais, podendo garantir o conhecimento de todos e diminuindo o número de casos de agressões.