Preconceito Linguístico
Enviada em 28/10/2018
De acordo com a declaração universal dos direitos humanos - promulgado em 1948 pela ONU (Organização das Nações Unidas) - é direito de todos os cidadães, sem qualquer distinção a educação básica e respeito de sua cultura, contudo, o cenário visto nos últimos anos fora de total desrespeito ao modo linguístico que alguns grupos de pessoas se relacionam em diferentes ambientes. Dessa forma, nota-se que o preconceito linguístico é um grande problema no Brasil, devido, não só na educação cultural, mas também a saúde psicoemocional.
Convém ressaltar, a princípio, que o fator educacional é determinante para prevalência do problema. Todavia, faltam medidas efetivas por parte das autoridades competentes para que o cenário brasileiro seja alterado. Tendo em visto a educação gramatical básica ser adotada no ensino nacional, a educação cultural é pouco valorizada, assim como já dizia o gramatico Evanildo Bachara, “um falante deve ser poliglota na sua própria língua.
Outro ponto relevante à problemática é quanto a saúde psicoemocional dos envolvidos, Há sempre uma busca pela aceitação no grupo no qual faz parte, tendo em vista a própria elevação da sua auto-estima, quando esse grupo não o aceita, ou sequer respeita, os envolvidas busca por isolamento e frustrações, ocasionando graves quadros depressivos. De maneira análoga Aristóteles no livro “Ética a Nicômaco”, a politica existe para garantir a felicidade dos cidadães.
Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que sejam tomadas ações para resolver o problema, como melhor conteúdo cultual e educacional para as crianças aprenderem desde cedo a respeitar as diferenças, engajar os pais também em palestras educacionais para auxiliares os jovens nesse desenvolvimento, compartilhar através de engajamento da sociedade assuntos oriundos de todas as regiões do país afim de estimularem a troca de conhecimento de outras culturas, desmitificando de uma vez a temática de que há um padrão a seguir.