Preconceito Linguístico
Enviada em 27/10/2018
Funcionando conforme a Lei da Inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer em movimento até que atue uma força sobre ele alterando seu percurso, a problemática do preconceito linguístico ainda conserva-se na sociedade. Com isso, ao invés de atuar como força suficiente capaz de melhorar a realidade, a classe média e o Estado tornam-se escassos frente esse empecilho. Assim, a parcela desfavorecida sentem-se excluídas e fracassadas da população. Nessa conjuntura, faz-se imprescindível analisar esse impasse.
À vista disso, cabe mencionar inicialmente que essa intolerância está ligado a raízes históricas. Desse modo, ocorreu na Europa no século XVIII um movimento denominado Iluminismo, no qual nesse período surgiu o preconceito devido á autoridade, ou seja, o indivíduo investido de poder exerce um poder simbólico sobre o outro. Esse pensamento é perceptível no ambiente, visto que gera uma forte desigualdade social na contemporaneidade.
Outrossim, as pessoas que sofrem com essa discriminação são completamente excluídas da população. Dessa maneira, as variantes regionais também contribuem com esse transtorno, pois o modo que cada região possuí para se comunicar é diferente, principalmente a fala nordestina e, por conseguinte, acabam sofrendo e sendo exclusos do meio em que vivem. Assim, estes possuem medo de expor suas ideias em redes sociais, uma vez que serão discriminados pela elite brasileira.
Em suma, é notório que a intolerância linguística é um problema grave. Dessarte, é dever do Ministério da Educação investir nas escolas públicas de todas as regiões, profissionais da língua portuguesa para o ensinamento da norma padrão para todos, com o intuito de obter um acesso gratuito abrangente sem exclusão. Ademais, é primordial que a mídia como maior incentivadora promova propagandas relacionadas a forma de acabar com o preconceito, sendo ela respeitar sempre e ajudar o próximo, visto que só dessa forma a humanidade mudará seus hábitos e tornará mais justa.