Preconceito Linguístico
Enviada em 25/10/2018
Como declarou em 1999,o filólogo Evanildo Bechara:“o que não está na gramática é erro ou,simplesmente,não é Português.Se evidencia na atual situação do Brasil,em que comenta-se com frequência a respeito do preconceito linguístico,que se deve como resultado, o abismo educacional e o regionalismo.
Relaciona-se a frase do filólogo,ao tema propriamente dito por ela está ligada a visão preconceituosa de grande parte da população, de que somente a norma culta deve prevalecer sob a sociedade, e ignoram todos os outros tipos linguísticos.Dessa forma, o abismo educacional existente no Brasil está presente na discrepância de ensino entre redes públicas e privadas.Esse contexto se justifica pela falta de recursos e infraestrutura como por exemplo,a falta de investimentos na qualidade da educação,além de,melhor qualificação dos professores,uma vez que,as instituições de ensino privada são rígidas e padronizam a norma culta no ensino,por sua vez, as instituições públicas por não cobrarem tanto dos seus alunos é notório um desfalque na linguagem do indivíduo.
Além disso,segundo o linguística Marcos Bagno,a língua passou a ser subordinada á gramática normativa ao invés de esta representar a língua usada na sociedade atual.Assim,ela funciona como um mecanismo ideológico de poder e de controle de uma classe social dominante sobre as outras.Relaciona-se a frase ao regionalismo pela influência socioeconômica que muitas vezes a linguagem exerce sobre o individuo,Uma vez que a norma culta é um conjunto de regras e padrões linguísticos usados por falantes com alto nível de escolaridade,ganha prestígio as regiões que mais utilizam essa língua,assim como, exercem influência e propagam o preconceito sobre as demais.
Portanto, é necessário que governo junto com o Ministério da Fazenda que é órgão responsável pela economia no Brasil,separe uma parte maior do PIB, para investir nas redes públicas, para oferecer melhor qualidade de ensino,com a finalidade de acabar com o preconceito linguístico existente.