Preconceito Linguístico
Enviada em 27/10/2018
O Brasil é um país com alto índice de migração e imigração, tanto para o exterior quanto para o interior. O idioma falado é o português-nacional que por um lado é implementado de gírias cotidianamente pela população, por outra, certas regiões desenvolvem a maneira especifica de falar e dar nome a objetos, sem fugir do idioma falado. Há grupos específicos espalhados por todo o território, de pessoas q tiveram oportunidades de conhecer e estudar as normas padrões gramatical, desta forma o sentimento de superioridade acaba contaminando diversos cidadãos, gerando a falta de empatia e desenvolvendo o preconceito linguístico de um sobre outros, a opressão em que as vitimas são colocadas torna-se devastadora, sendo necessárias medidas efetivas que resultem no respeito mutuo diante das diversidades da fala.
Com a alta porcentagem de pessoas migrando do norte, nordeste, centro-oeste para o sudeste, cada individuo acarreta o modo cultural linguístico de suas regiões, isto é, gírias e sotaques. A adaptação em muitas situações não é fácil nem favorável, principalmente diante de risadas e chacotas, induzidas por cidadãos que não percebem a variabilidade de linguagens do país. O preconceito linguístico gera discursos de ódio, com isso surgem diálogos que propõem a exclusão de pessoas que desobedecem as normas gramaticais. A frase de Albert Einstein “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito” remete em como é difícil mudar conceitos que são dominados por ideologias autoritárias, como julgamento das linguagens culturais utilizadas em nosso território.
A distinção de diálogos chega a influenciar não só na vida pessoal, mas como também na profissional das pessoas. Em muitas empresas existe um rigoroso padrão de comunicação a ser seguido, sendo necessário a pronuncia correta da palavra escrita, restringindo a utilização de sotaques e gírias. Cidadãos que não conseguem manter tais normas não são aceitos no ambiente de trabalho, tornando muitas pessoas a serem incapaz de arrumar empregos, e reproduzindo a ideia de tal preconceito.
O poder legislativo deve desenvolver uma lei que de fato seja sancionada, atribuindo direitos a pessoas que portam sotaques, como, nas entrevistas de emprego não deve ser avaliada pela cultura da linguagem abordada, buscando acabar com um sistema opressor que se funda mentaliza em cima de suas normas de linguagem. Todavia outros métodos devem ser criados, para implementar o costume e a convivência com as diversidades, programas educacionais e televisivo devem exibir e ensina sobre as culturas e linguagens do nosso país, visando mostrar que nem sempre o diferente é errado. Com a junção das mídias sociais e do ensino educacional, poderemos acabar com o preconceito linguístico.