Preconceito Linguístico
Enviada em 26/10/2018
A Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro - assegura a todos o direito a educação. Desse modo, percebe -se que medidas sejam tomadas para minimizar o preconceito linguístico. Nesse contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados, como a discriminação e a qualidade do ensino.
Em primeira análise, cabe pontuar que a discriminação social está entre os desafios do problema, tendo em vista que o país possui enorme diversidade linguística. Nessa lógica, segundo Freud em seu livro, " Psicologia das Massas e Análise do Eu", indivíduos tendem a suprimir o próprio ego e agir de acordo com o meio, oprimindo as diferenças. Assim, ressalva-se a importância de certos setores da sociedade, a exemplo de famílias e escolas, na formação cidadã dos brasileiros, para que o cenário visto pelo preconceito linguístico se modifique positivamente.
Ademais, convém frisar que o fator educacional como mais um desafio a ser combatido. Entretanto, faltam medidas efetivas por parte das autoridades competentes para que o quadro brasileiro seja alterado. Isso, consoante ao pensamento de Nelson Mandela de que apenas a educação é capaz de mudar o mundo, expõe que esse conceito encontra-se deturbado no país, à medida que os investimentos destinados a educação só decrescem.
Dessa forma, medidas são necessárias para atenuar a problemática. É imprescindível que o Governo, em parceria com o Ministério da Educação financie projetos educacionais nas escolas, através de uma ampla divulgação midiática, inclua propagandas televisivas, entrevistas em jornais e debates entre professores e alunos. Nesse sentido o intuito de tal medida deve ser o diagnostico das carências de cada ambiente escolar e erradicação do preconceito linguístico. Logo, pode-se-à afirmar que a pátria educadora oferece mecanismos exitosos para que os brasileiros vivam em harmonia com a diversidade linguística.