Preconceito Linguístico
Enviada em 17/10/2018
Ao redor do globo, culturas e meios de comunicação foram se sofisticando e sofrendo mudanças com o decorrer dos anos, junto a estes, diversas alterações na língua de cada país foram criadas, fazendo com que juntamente a esta evolução, emergisse o preconceito linguístico. A problemática persiste nas classes sociais mais altas, onde o ensino e a própria população age com preconceito a transformações na linguagem. Segundo o autor Paulo Freire a educação não transforma o mundo, a educação transforma pessoas, e pessoas transformam o mundo, de maneira análoga a este pensamento, nas escolas e no ambiente de educação deve-se disseminar livros e autores como Marcos Bagno, no qual criou a obra “Preconceito Linguístico: o que é, como se faz”, para que tanto alunos quanto professores se desenvolvam socialmente aceitando alterações na forma popular da linguagem. Ademais, nas escolas em todo o mundo, o ensino prioriza a disseminação da norma culta de sua respectiva língua, entretanto, colocando no cenário real de grande parte dos países, os alunos majoritariamente conversam pela norma popular. Professores e outros estudantes deste meio em algumas situações demonstram preconceito, fazendo com que as pessoas se sintam inferiores e menosprezadas pelo fato de terem uma forma de comunicar diferente da padrão. Evidenciam-se, portanto, uma necessidade de uma maior distribuição de livros sobre a educação da linguagem e de um ensino sobre a diversividade linguística a partir dos professores em escolas de ensino fundamental e médio, a mídia por sua vez deve criar propagandas nas quais incentivam e demonstram diferenças sociolinguísticas e distribuir nos meios de comunicação em massa para que a população aprenda sobre o assunto e diminua o risco de ocorrências de preconceito, ONGs no que lhe diz respeito podem criar projetos sociais em praças ou teatros para ensinar e disseminar ideias pró-diversidade linguística.