Preconceito Linguístico
Enviada em 10/10/2018
“É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.” Albert Einstein, já em sua época, parecia prever a incapacidade do homem de tolerante. Na atual situação, esse fenômeno precisa ser enfrentado na sociedade brasileira, uma vez que, entre outras consequências, o preconceito linguístico vem prejudicando o desempenho do adolescente na escola, além de destruir uma pessoa socialmente. Dessa forma, é necessário avaliar os principais efeitos dessa prática.
Normalmente, as pessoas mais sujeitas a esse ato cruel do homem, são: cidadãos que vivem em zonas rurais ou que vieram de cidades do interior. O mal do homem é pensar que se uma pessoa não segue a norma padrão da língua ela está automaticamente errada, isso por diversas vezes não respeitando a origem do próximo e nem sua cultura. O ato de desrespeito a fala do outro acarreta várias consequências, tanto que, por muita vezes, compromete o desempenho acadêmico de um jovem, deixando esse aluno inseguro no momento de perguntar algo ou expressar sua opinião.
A influência que a língua tem sobre nós é bastante clara. Tendo em vista que a maneira na qual falamos pode dizer de onde somos, e até mesmo em que classe social estamos inseridos. E por sua vez, o preconceito linguístico pode desestruturar uma pessoa socialmente, pois o simples ato de ironizar o erro de alguém seja pela maneira que ele fala ou que ele escreve, com isso, interferindo no engajamento do indivíduo na sociedade, como: no mercado de trabalho ou cursos profissionalizantes.
Fica claro, por tanto, que o Estado junto ao Ministério da Educação devam aplicar projetos educacionais nas escolas contra o preconceito a fala, por meio de palestras e projetos evidenciando a variabilidade linguística presente em todas as regiões do território brasileiro. Espera-se, com isso, promover maior reflexão sobre a importância desse grupo na construção da cultura brasileira. Assim, dupla do a perspectiva de Einstein, será possível não só desintegrar átomos mas também preconceitos.