Preconceito Linguístico

Enviada em 01/10/2018

Conscientização, JÁ!

A educação é um direito alienável de todos, porém é posto em risco quando há autoritarismo e ignorância, frutos da discriminação linguística. Ocasionando vergonha e falta de comunicação, devido as chacotas que o indivíduo sofre. Ao aprendermos um idioma, logo nós são ensinados o alfabeto, palavras, verbos, e como pronunciar em perfeita forma culta, mas quando vivemos a realidade não é bem assim.

Contudo, a Constituição de 88 consta a “cooperação entre os povos para o progresso da humanidade”. Quando o preconceito é presente no cotidiano como, por exemplo, escolas, o autoritarismo pode assustar e envergonhar o aluno, promovendo zombamento. A escola é um ambiente que deve assegurar o aprendizado e inclusão em sua melhor  forma.

O preconceito linguístico é um retrocesso na educação brasileira, uma vez que interfere na comunicação do indivíduo. Desde pequenos somos corrigidos e instruídos á falarmos de forma culta, mas quando a pessoa passa a ser chacota pelos seus erros, é perceptível a vergonha e ao “estrago” em sua vida pessoal e educacional.

As gírias, dialetos, sotaques, etc, são consequências de costumes regionais, ou seja, dependentes da cultura. Muitas pessoas sofrem co a discriminação de diferentes formas também associadas á renda e ains. A pronúncia de palavras e frases errôneas é um dos alvos do preconceito.

O governo que além de ser responsável pela inclusão social, deve criar um modelo de conscientização durante o processo educacional. Proporcionando assim a consciência de plurirealidade, respeito aos diferentes costumes e as condições que os indivíduos menos favorecidos se encontram. Para que no futuro as pessoas venham a ter mais empatia e consideração sobre uma realidade que não pertence a si próprio.