Preconceito Linguístico

Enviada em 28/09/2018

Desde os tempos remotos vê-se que a língua tem variações significantes; e, em verdade, ela é uma constante ampliação conexa com o tempo presente - concernindo à mistura de culturas existentes no Brasil. Assim sendo, o preconceito linguístico começa na infância, trazendo traumas para a criança, além disso, o ensino público do país é estagnado e desigual.

Sob esse viés, vale ressaltar que, segundo Heráclito, pai da dialética, tudo flui - então, baseado nesse conceito, o preconceito não deveria existir nas escolas. Logo, já que tudo flui, o entendimento sobre a língua na mente de uma criança também irá resultar nessa mesma ideia. Sendo assim, isso mostra que a criança é levada à pensar que quando há algo errado na fala, perante a gramática normativa, pensa-se que nada sabe e isso pode gerar preconceito dos colegas de classe ou da própria; deve-se assim saber que a língua é uma constante fluidez e não é complacente às intolerâncias.

Vale salientar também que, segundo o BBC, o Governo só investe 6% do PIB do Brasil em educação, o que é muito pouco; o aluno de escola pública por isso, precisa de reforço e mais dedicação para passar na universidade dos sonhos, pois a base que é dada a ele não é o suficiente - mostrando assim, que a educação brasileira critica quem vem de baixa escolaridade e valoriza a norma culta padrão. Além disso, o olhar no passado é evidente para compreensão da exclusão atual, já que na Grécia e Roma antigas, o ensino era cessado para mulheres, escravos, etc.

Nessa perspectiva, infere-se que os professores devem ensinar o aluno com uma didática diferente, por meio da construção do respeito às diversas culturas e orientação de que a norma culta é fundamental para que eles consigam um diploma, porém, que a fala não é errada, pois não existe uma língua 100% correta. No mais, o Governo deve investir na educação para que cidadãos de baixa renda consigam ter um nível de ensino igualitário.