Preconceito Linguístico

Enviada em 28/09/2018

A 1ª Geração do Modernismo é conhecida por sua agressividade, enaltecerem o português coloquial, entretanto, o preconceito linguístico evidente pela incompreensão da diversidade sendo numa sociedade que oculta sua bases multiculturas e possui julgamentos depreciativos, que distingui a língua por prestígio social, decorrente  de poucas políticas públicas do país, que propulsiona exclusão social. Logo, o combate a essa problemática é um desafio.

Tal fato ocasionado pelo preconceito cultural intrínseco desde a colonização pelos Jesuítas que vieram catequizar os nativos, por uma ideologia etnocêntrica, com imposição da língua portuguesa em detrimento de todas as outras existentes, o que prevalece atualmente, há uma discriminação da linguagem coloquial e dialetos regionais, como os norte e nordeste, retratados como vocabulários inferiores, motiva o quadro de irrespeito e pluricultura do país. Por exemplo, conforme o G1, em 2014, uma onda de comentários ofensivos contra nordestinos.

Ademais, segundo a Constituição de Federal de 1988, prever em seu artigo  193, assegura o pluriculturalismo, todavia, há escassez de investimentos educacionais por parte do Estado para diminuir o desrespeito da linguagem coloquial e regional, sendo assim uma desconsideração da diversidade o que prejudica ao bem-estar da população.

É preciso, portanto, que o Ministério da Educação providencie um mecanismo, como investimentos em livros nas escolas, que possa explicar a variedade linguística no Brasil, para que as crianças aprendam desde cedo a diversidade da língua e interagir o tempo todo com empatia e respeito. Além disso, a mídia, por meio de campanhas, como Tudo Começa Pelo Respeito da rede Globo, no intuito de construir uma sociedade conhecedores das multiculturas que garantam os direitos previstos pela Constituições.