Preconceito Linguístico

Enviada em 26/09/2018

Ao ser trabalhada a questão do preconceito linguístico no Brasil, muito se discute sobre as causas e as consequências de tal ato. Nesse sentido, é de conhecimento geral que a língua portuguesa apresenta grande variação regional nesse país, modificando, assim, o modo de se expressar de cada cidadão e gerando discriminação entre pessoas falantes desse mesmo idioma. Diante disso, torna-se visível e discutível os desafios enfrentados na sociedade contemporânea no que se refere à esse contexto. Portanto, fica evidente o papel indispensável das escolas para promover a redução do preconceito linguístico e, somado a isso, a falta de uma lei eficaz que puna a quem o pratica. Dessa forma, a busca por  alternativas para esse problema é fundamental.

Consoante a isso, pode-se destacar como primeiro ponto o papel indispensável das escolas para a diminuição desse problema, pois, a grande maioria lecionam sobre a importância da norma culta no nosso falar, esquecendo de conscientiza-los sobre os preconceitos da sociedade para com as expressões, gírias e sotaques de outras regiões. Com isso, é formada uma população que elege o modo de se comunicar do local em que reside como oficial, e exclui as outras existentes. Segundo consta no portal do PNE (Plano Nacional da Educação), a variação linguística de cada região é muito importante para a comunicação  entre as pessoas de locais diferentes do país.

Outrossim, destaca-se a falta de uma lei eficaz que puna a quem pratica essa discriminação, por isso, em casos de imigração interestaduais como, por exemplo, pessoas do nordeste brasileiro que se deslocam para as capitais sofrem com esse tipo de deboche e descaso sem ter a quem recorrer. Não obstante, esse ato se configura como um tratamento desumano e degradante. No entanto, o Brasil é um país em que não há uma mínima atenção do governo para esse problema. Como resultado, o número de imigrantes dentre o país aumenta, porém, é recíproco para o de preconceituosos.

Nesse sentido, torna-se evidente, portanto, que o preconceito linguístico no Brasil deve ser combatido com a devida atenção. Para esse fim é necessário que, o Ministério da Educação, inclua na matriz curricular das escolas aulas de conscientização e aprendizagem sobre as diferentes formas de se expressar do nosso país. Nesse processo, professores capacitados irão orientá-los sobre esse preconceito existente até o final do último ano do seu estudo. Além disso, o Governo Federal deve criar uma lei específica para esse tipo de preconceito denominada a lei do imigrante brasileiro, no qual quem o praticar será punido de forma devida. Além disso, irá garantir que qualquer indivíduo possa buscar a justiça quando sofrer qualquer constrangimento, contribuindo assim para o fim desse problema no país.