Preconceito Linguístico
Enviada em 02/10/2018
No quadrinho do colunista Maurício de Souza, mostra o personagem Chico Bento e suas características de cidadão do interior do Brasil e o teu linguajar “caipira”, já fora da ficção, isso causa uma reação de discriminação nos centros urbanos, de que modo, a julgar como língua inferior da falada nas grandes cidades. Infelizmente esse preconceito linguístico atinge milhares de pessoas.
É incoerente a discriminação da fala em um pais cuja a colonização foi híbrida. Isso de evidência sucedeu a mistura de culturas durante esse processo que permitiu o surgimento da variação linguística diatópica a qual se manifesta de maneiras diferentes nas 5 regiões. Entretanto, é uma triste realidade na qual preconceito afeta as pessoas que fala na gíria, os analfabetos, e dentre outros, a linguagem regional. Um exemplo de intolerância foi o ocorrido, em 2016, um médico plantonista postou na sua rede social “não existe peleumonia e nem raôxis”, ridicularizando um humilde idoso que acabava de atender.
A fala é um mérito que casa individuo tem, a qual agrega valor as coisas, as emoções, aos acontecimentos e que inclui as pessoas na sociedade. Vale ressaltar que atualmente há quase 6.500 línguas diferentes, sendo que as menos faladas são língua minoritárias e dialetos que estão vulneráveis ao desaparecimento, o que causa uma grande perda cultural, quando perdemos uma língua. Dessarte, fica visível a importância da linguagem de cada pessoa, cada um com o teu jeito e que todos saibam respeitar todas as línguas.
Em virtude dos fatos mencionados é necessário que o ministério da educação (MEC) e o ministério da cultura (MinC), apliquem palestras e teatros nas escolas, universidades e praças públicas das cidades promovendo diversas linguagens regionais e explicando as importâncias de todas as línguas, para que acolham os linguajar variáveis que temos. A fim de que acabe com o preconceito.