Preconceito Linguístico
Enviada em 06/09/2018
Conforme defendeu Marcos Banho lingüistico, professor do Instituto de letras (IL) da universidade de Brasília, “para construir uma sociedade tolerante com as diferenças e preciso exigir que as diversidades nos comportamentos linguísticos sejam respeitadas e valorizadas. “Entretanto esses comportamentos sociais não vêem acontecendo gerando problemas. Diante disso, deve-se analisar como a herança histórico-cultural e a mídia prejudicam a questão da linguagem na sociedade brasileira contemporânea. A herança histórico-cultural é a principal responsável, isso decorre desde as obras literárias feitas antes da semana de arte moderna pois só escrevia poemas quem teria estudado, muitas vezes escreviam com palavras difíceis tendo que ter trabalhosas interpretações e somente quem sabia o português gramatical entendiam do que se tratava o poema ou poesia, com isso muitas pessoas deixavam de ler por não terem terminado de estudar muitas vezes, mas logo após a semana de arte moderna em 1922, foi explorado mais o português coloquial do dia-a-dia, outrossim, com poemas de fácil compreensão impedindo outras pessoas de entender do que se tratava, mas que infelizmente os preconceitos linguísticos vem aumentando cada vez mais atualmente voltando todos os esteriótipos de antigamente. Através de, por exemplo pessoas dominantes economicamente olhando através do jeito que fala ou escreve se é rico ou não, marginalizando quem fala o português coloquial, por ser pobre, com baixa escolaridade ou é do interior. Por consequência, intimida e se sentem humilhados.
Atrelado à sociedade, nota-se, ainda, que a mídia negligência a vida do cidadãos. Isso, porquanto, como ressalta a filosofa brasileira Viviane Mosé, produzir uma educação viva e contemporânea, pois, são as variedades linguísticas que torna a língua viva. Dessa forma, a mídia ridiculariza muitas línguas assim como o do nordestino que sempre é um tipo atrasado; grotesco rústico, provocando risos nos internautas que assistem. Por consequência, deixando camuflados ocorrendo preconceitos nos bordões televisivos. Sendo visto como natural à sociedade.
Fica claro, portanto, que, no Brasil, as pessoas são historicamente inferiorizadas. Em razão disso, a televisão deve prestar um serviço mais útil em relação aos comportamentos linguísticos, buscando ao público levar respeito a todas variedades linguísticas, combatendo os diversos preconceitos inseridos na sociedade. Ademais, o Ministério de educação deve impor nas escolas que quando ensinar as normas gramatical deixando claro que não deve substituir a varidade que cada um traz consigo. Dessa forma, a questão do preconceito linguísticos será melhorada assim como Marcos Banho defende, será, de uma vez por todas, respeitadas.