Poluição sonora: desafio para a saúde coletiva

Enviada em 23/08/2020

A poluição sonora ocorre quando o som ultrapassa o limite auditivo normal e pode causar danos à saúde. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde diz que ela está em segundo lugar no ranking das maiores causadoras de doenças. Além de um problema de saúde pública mundial, no Brasil é enquadrada como crime ambiental, pois prejudica todos os seres vivos. Logo, é necessário explorar as principais causas e consequências desse problema.

Em primeira análise, observam-se as causas dessa questão. Nas grandes cidades, o trânsito é um grande agente responsável pela poluição sonora, devido ao excesso do uso da buzina e problemas nos automóveis, como escapamento furado. Além disso, muitos aparelhos eletrodomésticos, tal como secadores de cabelo, aspiradores de pó e liquidificadores, ligados ao mesmo tempo causam um acumulo de decibéis acima do indicado. Por fim, indústrias também são grandes poluidoras sonoras; o uso de máquinas barulhentas funcionando simultaneamente causam grande risco aos trabalhadores.

Em segunda análise, percebem-se as consequências dessa problemática. A poluição sonora é uma enorme ameaça à uma vida saudável. Para seres humanos, muitos danos são possíveis, como a falta de concentração, colesterol elevado, tontura e, em casos extremos, surdez. Ademais, animais também sofrem com decibéis exagerados, os quais prejudicam seu instinto de caça e causam estresse. Os animais marinhos, como o golfinho e a baleia, são especialmente afetados, pois as ondas sonoras atrapalham sua comunicação com os outros da mesma espécie.

Logo, vê-se que a poluição sonora é muito presente e danosa na vida em sociedade. É dever do governo, responsável por toda a população informar sobre suas causas e males, por meio de cartilhas informativas e pela internet. Outrossim, a sociedade deve também contribuir e manter o som baixo e apenas fazer barulho quando necessário. Essas medidas devem ser realizadas a fim de preservar a saúde e a vida de todos.