Poluição sonora: desafio para a saúde coletiva

Enviada em 06/06/2020

A poluição sonora costuma ter pouca notoriedade, mas é de muita relevância nos grandes centros brasileiros, já que ela impacta diretamente no bem estar humano. Nesse sentido, o intenso tráfego dessas cidades corroboram para o agravamento da situação. Dessa forma, tornam-se profícuas análises acerca do trânsito e da saúde humana, a fim de amenizar as consequências da poluição sonora.

É preciso compreender, em primeiro plano, que o trânsito de veículos e engarrafamentos são muito comuns nas maiores cidades brasileiras. Adiante, por apresentarem constantes ruídos eles são determinantes para o acréscimo da poluição sonora nessas regiões. Desse maneira, a manutenção desse cenário devido a falta de medidas eficazes interfere não somente na locomoção urbana, mas também nos níveis de poluição sonora, o que deve ser revertido.

Vale ressaltar, em segundo plano, que conviver em meio à poluição sonora é de extremo desgastaste mental e físico. Assim sendo, os milhares de moradores e trabalhadores dos centros urbanos estão propensos a uma série de efeitos, como o estresse e a perda da capacidade auditiva, que podem acompanha-los pelo resto da vida. Entende-se, então, que essa situação pode interferir gravemente na saúde dessa massa, o que denota um sério fenômeno a ser combatido.

Infere-se, portanto, que na tentativa de se evitar mais danos oriundos da poluição sonora é intrínseca a diminuição do tráfego de veículos nos grandes centros. Para tanto, urge a atuação das Câmaras Municipais para a aprimorar meios locomotivos alternativos, assim, a fiscalização sobre a qualidade e funcionamento dos transportes coletivos e iniciar licitações para a ampliação de frotas podem ser viáveis para decrescer o volume do tráfego nessas áreas. Diante disso, tornar-se-á possível a consolidação amenizar a poluição sonora dessas regiões, o que contribuiria com o bem estar de sua população.