Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 14/03/2024
Em uma era marcada por intensas mudanças climáticas, a humanidade se encontra na linha de frente tanto como principal agente quanto vítima desse cenário desafiador. As emissões de gases de efeito estufa (GEEs) e as queimadas descontroladas são uns dos fatores que contribuem significativamente para o aquecimento global, fator contribuinte para a mudança do clima e que se intensifica com o passar dos anos. Portanto, é urgente revisar e melhorar as políticas globais, frequentemente ineficazes na proteção ambiental.
Diante desse cenário, é indubitável que a preservação do meio ambiente constitui um dever global. Contudo, a responsabilidade recai de maneira desigual sobre os países, dependendo de seus recursos naturais, capacidade econômica e impacto ambiental. Nesse sentido, o Brasil, abrigando a maior parcela da Amazônia - a maior floresta tropical do mundo -, assume um papel crucial nessa dinâmica. No entanto, conforme indicado por reportagens da G1 Globo em 2022, a situação prática revela-se alarmantemente adversa ao esperado. Observou-se um pico de desmatamento e queimadas na Amazônia, com quase 20% de sua vastidão já comprometida.
Paralelamente a isso, Vladimir Jankélévitch em seu conceito “Paradoxo da Moral”, destaca a cegueira ética do homem moderno, tal qual pode associar-se à ignorância e negligência do homem perante suas ações na busca incessante de lucro e crescimento econômico, mesmo diante de evidências científicas incontestáveis. A busca desenfreada por vantagens imediatas, frequentemente, coloca em risco o bem-estar ambiental e, consequentemente, a mudança climática no planeta.
Logo, é necessário a realização de uma assembleia na Cúpula Climática (COP28) da ONU, com a participação de um representante de cada nação, a fim de que criem políticas públicas em prol da preservação ambiental do mundo. Isso ocorreria por meio de estratégias de desenvolvimentos tecnológicos renováveis de maneira que implementem em seus países, tecnologias renováveis e práticas sustentáveis, promovendo uma conciliação de desenvolvimento econômico com sustentabilidade ambiental.