Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 02/04/2024

É uma perda de tempo tentar solucionar a mudança climática sem antes ter acesso a um combustível mais eficiente do que os fósseis. Sim, eles são a origem da maior parte da poluição global, mas também formam a base de todo o conforto e prosperidade alcançados pela humanidade nos últimos séculos. Isso vai desde a fabricação de ítens de luxo até a produção de alimentos, por meio de ranchos e fazendas industrializadas. Devido a sua importância para todos os níveis das cadeia produtiva, os acordos internacionais que, atualmente, focam na regulamentação da emissão de gases de efeito estufa, devem combinar seus esforços na pesquisa de combustíveis mais eficientes do que os utilizados no momento.

Em primeiro lugar, os combustíveis fósseis, que são o fator determinante na agravação desse fenômeno meterológico, são utilizados devido a sua eficiencia quando comparado a outros. Para descartá-los, seria necessário substitui-los por biocombustíveis, o que seria economicamente inviável, devido a sua baixa capacidade de geração de energia. Perante isso, os tratados ambientais devem focar na pesquisa conjunta de novos combustíveis que possam suprir a demanda energética atual, abandonando as regulamentações.

Além disso, a criação de gado e a agricultura em grande escala também estão entre os maiores agressores do meio-ambiente, podendo-se citar o desmatamento causado pela expansão desses negócios entre as causas dessas anomalías climáticas. Contudo, seria desumano diminuir a produção de alimentos na luta contra o aquecimento global, já que vários países, incluindo o Brasil, ainda não produzem comida o suficiente para nutrir as suas populações.

Finalmente, para combater esse problema sem colocar em risco a economia e a agropecuária global, as nações devem formar pactos de pesquisa, colocando seus departamentos de Química, Física e Biologia, para estudar combustíveis que sejam mais eficientes do que os fósseis. Ademais, eles também devem investigar maneiras de plantar e pastorear que requeiram menos espaço, diminuindo a necessidade de derrubar florestas na expansão dessas indústrias. A tentiva de controlar a emissão de gases, dado o cenário ecológico atual, obviamente não está funcionando, e, por isso, é preciso analisar esse problema pelo viés econômico.