Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 07/03/2024

“Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. A fala de Con-fúcio, filósofo chinês, é de tal maneira atemporal e serve muito bem para a refle-xão sobre o combate as mudanças climáticas. Diante da magnitude da problemá-tica, resta evidente que se trata de uma situação particularmente desafiadora que, com a ajuda de diversos fatores e agentes, acarretam em problemas sociais e cli-máticos graves.

Em uma primeira análise, é inegável que o aumento da temperatura global afe-ta a biodiversidade. o uso indiscriminado e descontrolado de matérias-primas e combustíveis fósseis resulta em um fenômeno climático conhecido como “efeito estufa”. Com altos níveis de gases na atmosfera terrestre, a fauna e a flora come-çam a perecer, tornando a vida no planeta Terra insustentável. Ademais, vale res-saltar que o aquecimento global teve início com a Revolução Industrial há cerca de 180 anos, o que é demasiadamente preocupante.

Outrossim, com o avanço das tecnologias industriais, grandes quantidades de gases poluentes são emitidas diariamente em diversas atividades. De acordo com pesquisas realizadas pelo INPE, apenas 42% da emissão de gases que contribuem para o aquecimento global não são realizados por meio de desmatamento e quei-madas. Dessa forma, recursos preciosos para a vida na Terra, como um clima habi-tável, vêm se deteriorando ao longo dos anos.

Diante da complexidade da problematica, não resta dúvidas que se trata de uma situação particularmente desafiadora que exige interferência imediata. Por-tanto, cabe aos políticos, representados pelo governo, fiscalizar e regular ativida-des prejudiciais ao meio ambiente, criando novas leis e penalidades para reduzir a emissão de gases poluentes no território brasileiro. Somente assim, com a ajuda individual de cada cidadão, os efeitos das mudanças climáticas poderão ser mitiga-dos.