Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil

Enviada em 25/10/2021

Getúlio Vargas, em 1930, industrializou o Brasil, consequentemente, o setor primário deixou de ser a principal fonte de riqueza, dando lugar as indústrias. Porém, atualmente, a economia brasileira sofre uma reprimarização. Assim, a expansão do agronegócio causa diversas polêmicas, tanto em questões ambientais como econômicas.

Devido à forma de colonização e divisão espacial brasileira, ao longo da sua formação houve uma acentuada prevalência do setor agrícola sobre as demais áreas de desenvolvimento nacional. O agronegócio representa, então, a “menina dos olhos” do governo central, que enfatiza o seu desenvolvimento à considerar suas consequências negativas, como a devastação do ecossistema e a posse de terras indígenas, destruindo parte da riqueza natural de cultural-histórica, do país.

Na perspectiva sociológica de Karl Marx-revolucionáro socialista do século XX o homem,no capitalismo,prioriza lucros em detrimento de valores.Nesse sentido,alguns empresários brasileiros do agronegócio tomam atitudes polêmicas para garantir riquezas, logo, infelizmente, destroem ambientes naturais e tentam diminuir direitos trabalhistas. A Biologia nos mostra com Charles Darwin que nem sempre é o mais forte quem sobrevive, mas aquele que melhor se adapta a novas situações.

Convém, desse modo, ao Ministério da Agricultura promover, com uma parcela dos impostos públicos fornecidos pelo Governo, marcações feitas por cercas colocadas por funcionários ambientais nos territórios indígenas para que os responsáveis que movimentam o sistema de agronegócio no Brasil estejam cientes que as terras demarcadas são propriedades dos aborígenes e caso forem desrespeitadas deverão pagar altas multas, que auxiliaram no desenvolvimento das aldeias, e trabalhos voluntários com os índios.