Perigos da obsolescência programada
Enviada em 05/11/2020
Vale ressaltar que esse problema decorre em grande parte dos interesses econômicos da empresa. Na profunda crise econômica conhecida como “Grande Depressão” em 1929, os economistas americanos começaram a usar a seguinte frase “produtos que não se desgastaram como uma tragédia comercial”, pois seus sinais depois que o plano se tornou obsoleto, enfatizando a necessidade de essas empresas programáticas ganharem mecânico. Portanto, ao longo dos anos, diferentes empresas só adotaram o método da eliminação planejada na busca do lucro, deixando de lado os consumidores que pagarão pelo produto. Portanto, é necessário tomar medidas para reverter esta situação negativa e injusta de forma a estabelecer uma relação justa entre a empresa e o comprador.
O documentário “Comprar, tirar, comprar” dirigido por Dannoitzer primeiro aborda as consequências de planos desatualizados na indústria de tecnologia (principalmente econômicas e ambientais). Portanto, pode-se observar que a preexistência de um mecanismo programado para reduzir a eficiência dos equipamentos técnicos em um determinado período de tempo impede o comprador de usufruir de todos os benefícios do equipamento. Em outras palavras, é importante enfatizar como são gerados os lucros da empresa, o que leva ao consumismo social nas mídias digitais, o que a mantém afastada da demanda contínua.
Assim, devido à obsolescência dos planos em benefício da empresa, colocam os consumidores no ciclo de compra, nomeadamente o consumismo. De acordo com o livro “Liquid Modernity” do sociólogo Zygmunt Balmam, a sociedade atual é inerentemente propícia ao consumismo, ou seja, está constantemente ávida por novas aquisições. Nessa perspectiva, cabe destacar que a sociedade tem o hábito de comprar e, aliada à obsolescência das empresas de tecnologia planejada, é impulsionada a aumentar o consumo. Portanto, em função desses mecanismos instituídos pela empresa, é muito importante poder reverter o consumismo em que a sociedade se encontra.
Portanto, dados os aspectos conflitantes relacionados à obsolescência do plano, fica claro que a empresa está envolvida na questão. Portanto, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) deve usar o mandato do Ministério da Justiça (órgão responsável pela defesa dos direitos dos cidadãos) para investigar empresas de tecnologia a fim de buscar a eliminação processual, com o objetivo de proibir a prática desses mecanismos processuais. Com isso, além de evitar o consumismo na sociedade, o consumidor terá pleno direito aos benefícios dos equipamentos tecnológicos e estabelecerá uma relação justa com os compradores e vendedores.