Perigos da obsolescência programada
Enviada em 13/10/2020
A obsolescência programada não é um problema atual. Seu início ocorreu na revolução industrial com a implantação do modelo toyotista. Esse modelo defendia que os aparelhos possuíam um período programado de funcionamento, fazendo com que o consumidor investisse em novos produtos e consequentemente aquecesse a economia. Infelizmente, essa prática ainda é muito recorrente e a vida útil dos produtos cada vez mais curta, o que gera problemas ao meio ambiente e ao cidadão.
Considerando-se a vasta miscigenação de raças e de consumidores, a falta de empatia dos donos dos meios de produção que fabricam produtos de má qualidade para que sejam vendidos no mercado tupiniquim e localidades originárias na constituição do povo brasileiro que praticam essa obsolescência, é de grande percepção e naturalidade que a nação, atualmente, abrigue extensa pluralidade e revolta no que se refere a essa prática cada vez mais utilizada pelos produtores do ambiente de consumo que são, obviamente, os únicos beneficiados. Além disso, é válido ressaltar que, geralmente, por causa da falta de informação dos compradores, sobre os seus direitos como cliente, diversos não procuram trocar os objetos adquiridos e que apresentaram defeito o que contribui para que as empresas de elaboração continuem produzindo mercadorias inúteis e, sendo assim, impactando o meio ambiental com lixos eletrônicos e, inclusive, os itens de plásticos.
O consumismo exagerado e a poluição são os principais perigos vindos da obsolescência programada, logo o Ministério da Educação, com apoio de educadores financeiros, devem elaborar “banners” de consumo consciente que indiquem aos jovens e seus familiares ao consumo moderado e a evitar o descarte de produtos com bom funcionamento por outros da moda. Somado a isso, o Ministério do meio ambiente, em parceria com o CONAR, deve, nas propagandas de produtos eletrônicos, acrescentar comunicados sobre o descarte adequado destes.