Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 13/03/2018

Graças  aos avanços tecnológicos, que nos proporcionam cada dia mais a inovação de novos aparelhos móveis e internet mais rápida, a comunicação entre pessoas ficou mais prática e fácil, fazendo com que haja troca de ideias simultâneas com uma grande diferença de distância, cruzando fronteiras antes inimagináveis. Contudo, há internautas que utilizam do  meio cibernético para propagar notícias falsas, transformando a internet, que deveria ser um meio divertido, em uma rede de boatos e mentiras.

Tais notícias geram muita polêmica, uma vez que maioria delas são frutos de um mal entendido causado pelos próprios geradores da informação. Recentemente, circulou-se pela internet vídeos e áudios sobre a vacina contra a febre amarela no Brasil, insinuando que esta seria muito perigosa à saúde e poderia levar a óbito. Com isso, foram gerados vários problemas em aplicar a vacinação, como pessoas se recusando a toma-la. Ela teve tanta transmissão que teve visibilidade internacional, sendo comparado a repercussão da notícia falsa ao contagio da doença.

Outra vertente desta prática, é o ataque à pessoas públicas, como publicações divulgando o falecimento de tal artista. Um caso de repercussão foi o do ator Sylvester Stallone, que foi dado como morto em decorrência de complicações de um câncer de próstata. Esta situação gerou desconforto tanto para o próprio ator, que, por meio das redes sociais, teve de tranquilizar as pessoas mostrando que não tinha falecido, quanto para a população em geral, que ficou preocupada frente ao comunicado antes de a verdade ser publicada.

Para diminuir cada vez mais a ocorrência dessas notícias no meio social, é de crucial importância a sociedade selecionar as informações que consome na internet, filtrando as fontes e denunciando sempre que possível as que provavelmente são falsas. Porém, essa ação se faz mais possível com a ajuda de instituições, parceiras ou não do governo, por meio de palestras em escolas de ensino médio e superior, folhetos entregues nas ruas e campanhas reproduzidas na televisão, rádio e internet, mostrando a gravidade da proliferação dessas divulgações e suas consequências.