Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 10/03/2018

Na Guerra Fria,  a internet surgiu para fins militares, pois seria uma das formas das forças norte-americanas manterem contato caso os meios de comunicações convencionais fossem destruídos. No mundo hodierno, tal invenção possibilitou a disseminação de notícias falsas, na qual as pessoas não conseguem diferenciar o que é verdade ou falso, podendo facilmente ser influenciadas.

De acordo com Joseph Goebbels, ex Ministro da Propaganda na Alemanha Nazista, uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade. A partir desse contexto, acredita-se que as redes sociais é o principal meio da difusão das “Fake News”, uma vez que os usuários não verificam a veracidade das informações compartilhadas nas redes, contribuem para a disseminação dessas notícias que acabam virando “verdadeiras”.

Além disso, as informações inverídicas tem o poder de manipular e influenciar as pessoas por diversos motivos, mas, geralmente, fontes motivadas por interesse políticos reproduzem tais conteúdos. Um exemplo disso foi as Eleições Presidenciais dos Estados Unidos em 2016, na qual várias notícias foram disseminadas no “Facebook” e geraram cerca de 8 milhões de compartilhamentos, segundo o site “BuzzFeed”.

Portanto, torna-se necessária a criação de medidas para resolver o impasse. Desse modo, o Estado em parceria com o Ministério das Comunicações deve criar campanhas midiáticas e propagandas a fim de alertar a população sobre o impacto que o compartilhamento de notícias falsas tem na sociedade. Ademais, é necessário criar cartilhas de como identificar as “Fake News”, explicando para a população como identificar e denunciar., Com esses atos, aos poucos a disseminação dessas notícias terá um decréscimo e as pessoas poderão compartilhar informações verídicas e de fontes confiáveis, livres de manipulação.