Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 01/03/2018
Por trás das imagens visíveis existe todo um enredo. Modelos nem sempre são quem as fotos expressão ser, nem brinquedos tão divertidos como nos comerciais parecem que são. Do mesmo modo, informações falsas circulam nas redes constantemente, assim como há décadas no regime totalitário instaurado por Hitler na Alemanha nazista, onde as televisões e rádios eram direcionados a campanhas enganosas e a instauração de idealizações do partido atuante. Entretanto, as inverdades presentes nas redes virtuais, em destaque, têm dificultado o êxito nas relações interpessoais seja no desenrolar pessoal e profissional, seja na construção social e vital de cada indivíduo.
É evidente que a quantidade de informações que circulam são decorrentes da evolução quanto a facilidade de dissipá-las. E isso é uma das causas de tantos problemas evidenciados atualmente, além do individualismo, que anseia por alimentar o ego; da inocência dos que espalham a informação sem ter conhecimento da veracidade; da ausência dos país em filtrar o acesso informativo das crianças do mundo moderno; a automedicação e autodiagnosticamento.
Com isso, inúmeros problemas psicológicos e cotidianos são originados na população moderna, sendo eles: a depressão e frustração, por não se enquadrar nos padrões ou não ter os produtos como são expostos nas divulgações; traumas na infância, por deparar-se com cenas inapropriadas à faixa etária, como: sexo, acidentes, animais assustadores e músicas e o desenvolvimento de patologias oriundas da ingestão de medicamentos impróprios à enfermidade apresentada, encontrado muitas vezes como sugestão na internet. Assim, está em meio tantas informações sem idealiza-las de forma sábia é semelhante à um carro novo sob direção de uma criança.
Por fim, é necessário que sejam tomadas determinadas atitudes para que resolva o problema do espaço restrito que a verdade ocupa nas relações interpessoais no mundo contemporâneo. Dessa forma, é fundamental que os país ou responsáveis de crianças e adolescentes estejam vigilantes quanto ao acesso virtual, em especial, pois assim o índice de traumas poderão ser mitigados. Além disso, cabe ao Ministério da Educação a inserção de palestras semestrais nos ensinos fundamental e médio, ministradas por especialistas da saúde mental e acesso virtual, a fim de alertar e instruir os estudantes da necessidade do uso consciente em meio tantas falsas informações. Posto isso, é indispensável que os as redes sociais sejam mais rigorosas quanto ao regulamento de uso e privacidade de cada usuário, para que assim as inverdades sejam interrompidas antes de sofrer repercussão.