Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 23/02/2018
Ameaça das Fake News
Estamos na era da informação, mas nem todas são verdadeiras. Esses rumores inventados são chamados de Fake News, notícias falsa, em inglês. Elas vão de tolas, por exemplo, “Prova final que Michele Obama é um homem”, até as genuinamente graves, como “Agente do FBI suspeito de vazar os e-mails de Hillary Clinton é encontrado morto em seu apartamento”, e suas influências são de larga escala, podendo, como visto nos EUA, mudar o curso de eleições.
As Fake News são geralmente usadas para fins políticos. Aqui no Brasil, uma pesquisa da revista Veja sobre o assunto afirmou que o ex-Presidente Lula, o Presidente Temer e o Juiz Sergio Moro são frequentes alvos de notícias inventadas negativas, enquanto as positivas são muito comuns quando se refere ao Deputado Jair Bolsonaro. Mas o problema não é apenas aqui.
Nos Estados Unidos, nas eleições de 2016, muitos apoiadores do agora Presidente Donald Trump espalharam notícias falsas sobre a candidata rival Hillary Clinton, como o Pizzagate, que afirmava que tanto Hillary quanto o seu marido, o ex-Presidente americano Bill Clinton, comandavam uma rede de prostituições para pedófilos na pizzaria Comet Ping Pong. O rumor se espalhou pela Internet, até que em 4 de Dezembro de 2016, um homem entrou na pizzaria com um fuzil AR-15 tendo as intenções de “investigar o Pizzagate”. Por sorte, ninguém foi ferido, mas o evento provou o perigo das Fake News.
A única solução para este problema é a proibição das Fake News e uma campanha governamental para que as pessoas sempre verifique as notícias que encontram na Internet, assim, será mais fácil distinguir o que é verdade e as Fake News.