Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 31/01/2018
Atualmente vivemos em uma era tecnológica. Há uso desenfreado ao acesso a internet pelas nossas crianças, adolescentes, adultos e idosos, percebemos ao andar e observarmos pelas ruas sempre à alguém utilizando um smartphone, no qual os mantém “conectados”, criando um conteúdo digital, conversando com os amigos, entre outras distrações que a web oferece. Mas será que as “fake news” não é um conteúdo a mais, para contribuir que o nosso cérebro acredite em notícias falsas boas ou ruins?
As “fake News” são distribuídas nas mídias sociais todos os dias, são misturadas com notícias reais, confundindo a cabeça de uma parte da sociedade, com conteúdos tão bem elaborados que aparentam ser verdadeiras. Mas ao cair na “graça” do povo é rapidamente espalhada nas rodas de amigos e nos grupos sociais, porém nem sempre é uma noticia averiguada real. Mas como dizia o filósofo Aristóteles “a dúvida é o princípio da sabedoria”.
Atos falsos podem causar sérios efeitos para todos que acreditam, um exemplo é: todos nós sabemos que estudar é necessário, entretanto não são todos que dispõem a vontade de estudar, por inúmeros motivos, um deles é ser cansativo e chato. Mas ao pensarmos de forma negativa o aprendizado, nosso cérebro automaticamente bloqueia, não aceitando aquilo que não é convém a nós ou que não seja divertido. Induzindo a si próprio a acreditar somente no que satisfaz.
Infelizmente notícias falsas já fizeram inúmeras vítimas, interpretando as palavras de um sábio “o rosto enganador deve ocultar o que o falso coração sabe”, Willian Shakespeare. Sabemos que notícias falsas podem gerar prejuízos e é crime para quem as fazem e quem as compartilha. Assim, deveríamos pedir a população para não compartilhar notícias duvidosas e perigosas, denunciando quem as cria, evitando o ibope para criminosos de criações errôneos. Por fim, vamos todos contribuir para a melhoria dos usos informativos, de forma correta e liberal.