Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 28/01/2018
É nítido que o avanço tecnológico das redes sociais e consequentemente a sua popularização traz inúmeros benefícios, tais como a democratização de conhecimentos, trocas de experiências, de cultura e dentre outros. Por outro lado, esse avanço pode vir acompanhado de fatores indesejados, como por exemplo as difamações em larga escala de informações falsas, mais conhecidas como Fake News, provocando riscos às pessoas, sejam elas públicas ou não.
As Fake News têm-se intensificado cada vez mais, principalmente após os produtores desse tipo de conteúdo perceber que o conceito de pós-verdade de fato se aplica ao homem moderno. Ou seja, as emoções e crenças desse indivíduo sobressai em relação à veracidade de uma informação. Isso se comprova por intermédio de um acontecimento em Guarujá, em São Paulo, no qual uma mulher foi morta por moradores da cidade após ser vítima de um boato maldoso de realização de rituais de magia negra com crianças.
Além disso, segundo a Constituição de 1988, a chamada Constituição Cidadã, todos cidadãos têm a garantia do habeas data, isto é todos têm o direito ao acesso à toda e qualquer informação pública sendo ela verídica. Caso contrário o produtor de uma informação caluniosa, pode vir a responder o artigo 41 das Contravenções Penais.
Por conseguinte, é necessário medidas para que as informações falsas sejam aniquiladas das redes sociais. Contudo, ao mesmo tempo, os usuários dessas redes sociais devem se atentar cada vez mais a respeito do que se está lendo. Isto é investigar se tais notícias lidas estão presentes em demais fontes de informação.