Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 28/01/2018
Um estudo recente na França mostrou que 79% dos cidadãos acreditam em uma teoria da conspiração. Por exemplo, 16% pensam que o homem que o homem não chegou à lua e 9% acham “possível” que o planeta Terra seja plano. Diversos são os fatores que levam as pessoas a acreditarem em tais teorias, podendo ser pelas lacunas deixadas podendo ser assim questionada sua veracidade e também porque as pessoas ao invés de procurarem notícias para se informar geralmente querem ler algo que reafirme o que já acreditam sem ao menos checar a fonte de tais notícias. Diariamente surgem milhares de notícias sendo algumas delas as chamadas “fake news” ou notícias falsas que tem alcançado uma grande visibilidade por estarem vinculadas a argumentos e associações que parecem verdadeiras assim as fontes acabam lucrando pois o números de acessos determinam o faturamento dos sites.
Cada vez mais se faz necessário um conhecimento básico sobre as diversas áreas do conhecimento para que se possa filtrar tanta informação. As “fake news” são notícias sem apurações jornalisticas afetando dessa forma pessoas e empresas com vinculações mentirosas. Aos afetados por tais noticias falsas existe o amparo da lei podendo a fonte da noticia ser processada por injuria, calunia e difamação caso seja condenada a pena pode chegar a 2 anos de detenção.
Mesmo com o amparo da lei, muito se tem a fazer para solucionar tal problemática, uma delas seria a parceria do Governo Federal, através do Ministério das Ciências e Tecnologia, junto ao Google, empresa responsável pelo site onde ocorre as publicações, e o poder legislativo para criar um sistema para verificar a veracidade das notícias antes de serem publicadas, afim de diminuir o número de notícias falsas. Punições mais severas aliadas a educação e conscientização digital também seria mais uma das soluções cabíveis para a problemática em questão.