Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 08/10/2020
De acordo com reportagem do portal de notícias “G1”, em meados de 2013, uma mulher foi espancada até a morte por seus vizinhos devido a rumores nas redes sociais, que a chamavam de “praticante de magia negra”. Nesse caso, deve-se considerar que a divulgação de informações falsas trará riscos à sociedade. Portanto, é conveniente analisar os principais riscos e soluções do problema.
Primeiramente, “Fake News” é um termo estrangeiro que significa notícias falsas que se acredita serem verdadeiras e que têm aparecido constantemente na Internet. Como um recurso para verificar argumentos, esses argumentos são tendenciosos numa extensão considerável. Assim como no caso da suspeita “bruxa”, muitos crimes verbais ou físicos são causados por essa notícia. Isso mostra que, em decorrência da inexistência de uma sociedade sem restrições no “mundo virtual”, o fato de a falta de atenção exacerbar a malícia dos indivíduos que cometem tais atos bárbaros.
Além disso, o analfabetismo funcional de parte da população favorece a divulgação de “Fake News”, pois não conseguem explicar as informações que estão a ler. Infelizmente, o nível de leitura do brasileiro ainda é muito baixo, então a sua capacidade crítica também. Ao contrário do filósofo Descartes, o mesmo disse que era necessário questionar tudo o que ele via para chegar à verdade. Ao mesmo tempo, mudar os hábitos das pessoas é essencial para superar o perigo de notícias suspeitas.
Portanto, é mister inferir quais medidas precisam ser tomadas para resolver o problema. O governo federal deve trabalhar com as mídias sociais e emissoras de rádio para promover o esclarecimento da população por debates ricos, exemplos de adulteração e dicas práticas de como reconhecer as suas características. Espera-se construir uma sociedade mais importante a partir disso, ou seja, a autenticidade dos dados que lê e os dados que compartilha fornecem uma base para isso.