Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 07/10/2020

É de conhecimento geral que, durante a Idade Média Joana D’Arc foi jogada na fogueira após a presença de especulações da época. Diante do fato apresentado, é mister lembrar que as Fake News funcionam da mesma forma  hodiernamente provocando medo e temores para pessoas. As entrelinhas após uma falsa divulgação podem provocar um incentivo ao preconceito e a violência, aumento de doenças psicológicas como depressão e ansiedade e prejuízos éticos e moral para uma pessoa ou determinada empresa.

Em primeiro lugar é válido ressaltar que as Fake News ganham cada vez mais reconhecimento nas redes sociais. Um exemplo disso foi a noticia relacionada ao COVID-19 informando aos cidadãos de uma cidade que  a vacina da gripe pode aumentar e piorar os casos, nesse caso, aumentando ainda mais as dificuldades dos profissionais da saúde pela campanha de vacinação. Outra Fake News divulgada nas redes sociais foi “Os alimentos alcalinos evitam o coronavírus” favorecendo uma mudança brusca de comportamentos levando-o indivíduos depositarem falsas esperanças em alternativas naturais

Em segundo lugar, é necessário lembrar a responsabilidade dos influencers digitais na sociedade é destacada pelo modo que o mercado molde pensamentos, opiniões, comportamentos e atitudes de quem está do outro lado na tela. A vida glamourosa como sapatos, festas, viagens, e relacionamentos perfeitos, que muitas vezes é visibilizada por influenciadores digitais na maior parte dos casos pode ser pautada como uma farsa, afim de fazer com que o telespectador compre aquela imagem e transforme de maneira indireta aquela visibilidade em ganho financeiro e compras.

Assim sendo, é mister que o governo juntamente com o CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária ) formulem leis de alto impacto para aqueles que divulgarem propagandas que contenham algum tipo de perigosidade para a integridade física de qualquer indivíduo.