Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 10/10/2020
Se tem discutido, recentemente, acerca dos perigos das Fake News na era da informação. Sabe-se que este fenômeno está relacionado ao processo de globalização e evolução que toda a sociedade mundial atual vem sofrendo. Porém apesar desse desenvolvimento, muitas pessoas ainda não possuem um conhecimento básico ou avançado do que é encontrada dentro da internet, por isso muitos desses indivíduos são facilmente manipulados e enganados, isso ocorre através de diversas notícias falsas (conhecidas como Fake News), que estão instaladas nessa era da informação, abrangendo diversas áreas e, principalmente assuntos atuais de grande relevância.
Segundo um estudo realizado pela Kaspersky (empresa global de cibersegurança) em conjunto com a empresa de pesquisa CORPA, cerca de 62% dos brasileiros, não conseguem reconhecer uma Fake News. E como sabe-se que este é um problema mundial, este estudo também trouxe dados de outros países da América Latina, os quais apontam que os peruanos possuem uma taxa de 79%, depois os colombianos com 73%, logo após os chilenos com um índice de 70%. O Brasil nessa pesquisa se encontra em último colocado, seguido pela Argentina e México ambos com 66% cada.
De acordo com uma reportagem feita pelo Fantástico (programa da Globo), mais de 70% dos brasileiros com acesso a internet, já acreditaram em uma Fake News relacionada ao coronavírus, ou seja, nove entre cada dez pessoas já foram enganadas, por não possuírem um elevado conhecimento em relação a este assunto, que é um tema atual e de grande relevância não só nacional, mas também mundial.
Portanto, é necessário que se tomem medidas a fim de mitigar os perigos da Fake News na era da informação. Para isso deve-se criar um novo órgão público, responsável pela fiscalização de Fake News. Esse órgão seria criado pelos deputados, senadores e comissões da Câmera e do Senado, após um série de reuniões entre si e com o resto do corpo presidencial. As pessoas que iriam compor este órgão são da: Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), Ministério da Economia (ME) e Ministério da Justiça, Segurança Pública (MJSP), e com o apoio da Kaspersky (empresa global de cibersegurança). Com o órgão público responsável apenas pela proliferação de notícias falsas, os perigos deste fenômeno iriam diminuir drasticamente, com isso cada vez menos pessoas iriam ser enganadas e manipuladas por não terem um conhecimento básico ou avançado de determinado assunto.