Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 08/05/2020
Ao analisar o tema sobre Fake News, é notório que referem-se a informações sem nenhum crédito divulgadas principalmente nas redes sociais, acarretando malefícios a saúde pública brasileira entre outros problemas. Elas sempre estiveram presentes ao longo da história, mas em pleno século XXI as falsas informações estão crescendo bastante no meio da sociedade. No Brasil e no mundo, esse tipo de notícia se tornou um problema alarmante devido a dificuldade dos governos democráticos combaterem essas mentiras e a falta de informação e conhecimento da população que compartilha as notícias sem nenhuma fonte confiável.
Segundo levantamento feito por meios de comunicação como a “Folha de São Paulo” o número de compartilhamento de Fake News cresceu consideravelmente dos anos de 2017 até agora, o número chega a 61% nos sites que compartilham essas notícias a troco de engajamento nas publicações. Nesse contexto, no mesmo ano do levantamento, estava ocorrendo as eleições a presidência nos Estados Unidos, embora seja um país com um ótimo combate a fraudes, acabou sofrendo com a disseminação de Fake News, em uma onda de matérias inverídicas sobre o candidato a presidência Donald Trump, sobre um suposto apoio do Papa Francisco a sua eleição, o que o prejudicou ao ganhar os votos de uma quantidade significativa da população.
Nas redes sociais, são criados perfis falsos que começam a interagir com outras pessoas para causar boa impressão e veracidade. Depois, esses perfis começam a espalhar notícias, fotos e videos de sites falsos e incentivam seus contatos a fazerem o mesmo. Atualmente, é visto que grande parte dos usuários das redes sociais como o “Facebook” é composta por pessoas mais velhas, que com pouco conhecimento sobre a maldade dessas mentiras, as chamadas sensacionalistas e chamativas das notícias induzem as pessoas ao erro, que acabam compartilhando e prejudicando terceiros e a si mesmos, muitas vezes sem saber o real motivo.
Logo, ações são necessárias para amenizar a problemática. Os responsáveis são os próprios usuários que acessam a sites que não possuem fontes confiáveis ou nem possuem uma, e acabam passando em diante essas calúnias. Cabe ao Governo juntamente com a sociedade criar campanhas de conscientização sobre o assunto, que visam alertar a população sobre os perigos e preconceitos que esse revés pode trazer. É imensamente necessário checar a origem da informação, dessa forma a população teria uma melhor noção do quão grave isso se trata, com a prioridade de mudar o país e ter um Brasil livre de informações falsas e tendenciosas. Diante do exposto, é indubitável que medidas devam ser tomadas para alterar o cenário brasileiro.