Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 24/10/2018
A Revolução Técnico-Científica-Informacional do século XX, correspondeu ao processo de inovações no campo da informática. Foi, por meio desse acontecimento, que as mídias sociais puderam surgir. No entanto, as redes sociais facilitaram a disseminação de falsas notícias, conhecidas na contemporaneidade como “fake news”,isso é visto como um problema, pois gera perigo para vários grupos, sejam eles políticos ou empresariais.
Inicialmente, é evidente que as mídias sociais facilitaram a dispersão de informações enganosas, visto que, redes sociais como Facebook e Whatsapp, concentram uma vasta quantidade de usuários que usam seus aplicativos, facilitando então a disseminação. Segundo, o laboratório de segurança da Psafe DFNDR - aplicativo de segurança android -, 95,7% das notícias falsas foram disseminadas pelo Whatsapp. Portanto, urge a necessidade de mudança nesse cenário.
Outrossim, vários grupos de pessoas podem ser afetados devido aos perigos que as “fakes news” acarretam. No Brasil, segundo uma matéria publicada no site do G1, uma senhora foi condenada a pagar uma indenização de 10 mil reais, em 2013, por compartilhar uma informação falsa de um médico veterinário. Ademais, nos EUA também houve problemas por causa de informações inverídicas, o candidato à presidência em 2016, Donald Trump, espalhou noticias falsas a respeito de Hilary Clinton - sua adversária -, difamando a imagem da mesma.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Destarte, as mídias sociais em parceria com o Ministério da Educação e Cultura, devem fornecer um guia prático aos usuários de redes sociais de como evitar compartilhar notícias falsas, por exemplo, antes do individuo publicar, investigar a fonte da informação, desconfiar de títulos sensacionalistas, evitando assim, a disseminação das “fake news” e dos perigos, que estas podem acarretar.