Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 03/10/2018
O uso de aparelhos de informação vem ganhando destaque desde grandes períodos da história, onde eram utilizados como manobras políticas através de mentiras. No entanto, quando olhando para a perspectiva do cenário contemporâneo, esses boatos são nomeados com fake news e elas tem tomado grande proporção devido à fácil interação das pessoas na Era digital. Diante disso, é necessário que subterfúgios sejam alcançados a fim de resolver essa inércia problemática.
De início, é válido apontar que essa “distorção de conteúdos” não é um problema recente. Olhando para o período do século 18, na França, era comum serem distribuídos jornais chamados de Canard, que eram gazetas repletas de boatos e noticias falsas voltadas a propagandas políticas, sua maior vítima foi Maria Antonieta que ,com tantas mentiras e difamações, foi condenada a morte. Logo, é pontual tomarmos cuidado com as notícias que são divulgadas com relação ao ambiente político, pois elas se espalham como um vírus em nossa sociedade.
Além do mais, pelo desinteresse na busca de informação, essa questão está longe de ser solucionado. De acordo com pesquisas feitas no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, cientistas afirmam que as fake news se espalham 70% mais rápido que notícias verdadeiras. Relacionando isso com a Teoria Darwinista de que ‘Quem melhor se adapta, sobrevive’, é fato que se a população não se adaptar pela busca da veracidade da informação, a sociedade não vai para frente.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que medidas devem ser tomadas para amenizar esse impasse. Cabe ao Estado, por meio de parcerias público-privado, criar e aprovar novas leis para que seja fiscalizado sites onde ocorre essas difamações punindo assim, através de multas, os envolvidos, garantindo no bem-estar social. Ademais, o MEC, junto com as mídias e pedagogos, devem investir em palestras e campanhas a fim de alertar os indivíduos na importância da procura de informação.