Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 23/08/2018

No período renascentista, o alemão Johann Gutenberg  inventou a máquina de impressão topográfica, isto é, a imprensa. Desde então, a disseminação de informações tornou-se mais rápida e eficaz. Até que foi criada, pelo departamento de defesa dos Estados Unidos da América, a internet, esta, trouxe inúmeras vantagens à difusão de informações, entretanto, quando se trata de notícias falsas, sua facilidade de alcance torna-se um perigo, assim como, essas notícias tem chances de trazer vírus de hackers que podem roubar informações pessoais do leitor.

O acesso à internet tornou-se necessário ao cotidiano, em suma, todas as residências ou pessoas tem acesso a ela. Ao criar uma notícia falsa, o autor, aliado à rede, tem muito mais chances da sua fake news se espalhar e mais pessoas terão acesso a informação inverídica, podendo causar inúmeros transtornos. Por exemplo, a mulher que foi espancada até a morte, por conta de uma notícia errônea dizendo que ela usava práticas de magia negra com crianças. A forma rápida como a notícia se espalhou e como alcançou um grande número de pessoas, torna a internet, neste caso, nociva.

Além disso, segundo o relatório de segurança digital do Brasil, muitos criminosos usam links maliciosos como uma forma de ciberataque, estes, ao serem abertos, instalam vírus no computador ou celular, dando ao hacker informações como, conta bancária, senha de cartão de crédito e as demais informações de documentação. Dois terços desses ataques usam ofertas de empregos como atrativo, isto representa, ainda de acordo com o relatório de segurança digital, 45 % dos ataques na rede.

Portanto, afim de conter essas fake news, todo link criado, antes de ser compartilhado, deve passar por uma autenticação, onde o autor deverá confirmar a veracidade dos fatos, explanando sobre a fonte de sua informação e fornecendo dados pessoais como nome completo e CPF, essa autenticação seria feita pelo DSIC (departamento de segurança da informação e comunicações), estes, munidos de profissionais do TI ( tecnologia de informação), fariam todo o necessário para uma averiguação eficaz. Paralelo a essa ideia, ainda dentro do DSIC, durante a autenticação, programas anti-vírus seriam acionados e avaliariam todo o conteúdo barrando e investigando qualquer tipo de vírus encontrado. Só seriam permitidas notícias com fontes concretas, autor identificado e limpo de qualquer possibilidade de vírus, assim, os males causados pelas fake news poderão ser finalizados.