Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 22/08/2018

“As Fake News não teriam repercutido entre os brasileiros se, repetidas vezes, a sociedade contemporânea não tivesse o cuidado de averiguar a veracidade destas notícias”; com essas palavras, Max Weber, sociólogo alemão, afirma que a repercussão mas também, posteriormente, a investigação das informações contidas nas notícias, é necessário a insistência, por parte de um grupo social, na tentativa de uma sociedade observar por outro ângulo a veracidade, mas também deter a irradiação demasiada das Fake News pelos integrantes desta mesma sociedade.

Primeiramente, a utilização das Fake News para obtenção de benefícios em cima do detrimento alheio está nas mãos não só da pessoa jurídica como também da pessoa física, ou seja, a partir do momento em que, na maioria das vezes, há uma disseminação de notícias que apresentam informações desconectadas das demais fontes de pesquisa, estas notícias, além de serem falsas, estão sendo proliferadas com o intuito distinto do que o apresentado nas próprias notícias.

Paradoxalmente, o Brasil, visto pelos demais países como sendo um país democrático, está inserido em uma dicotomia: ao mesmo tempo em que é reconhecido mundialmente por suas políticas públicas de que todos os cidadãos têm os mesmos direitos perante a Constituição, inclusive a segurança, deixa a desejar no que se refere à propagação de informações, ou seja, na maioria das vezes, as informações divulgadas ou o compartilhamento de propagandas tanto na televisão quanto na internet são falsas, elas foram divulgadas com o intuito de prejudicarem alguém.

Os perigos das Fake News na era da informação, portanto, devem ser combatidos com a iniciativa do Ministério da Educação em parceria com as escolas municipais e especialistas em marketing de realizarem a implementação de projetos psicopedagógicos, por meio de palestras, além da propagação de folhetins relacionados ao assunto no que se refere a como identificar Fake News para que possa haver uma transformação na mentalidade dos brasileiros de que nem tudo compartilhado na internet ou divulgado nas televisões é verdadeiro sendo que, anualmente, aqueles projetos seriam reimplementados, tornando-os uma prática cotidiana nas escolas brasileiras.