Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 17/08/2018
A Globalização aumentou o fluxo e o dinamismo em todas as esferas sociais,tornando as pessoas como agentes de informação.No entanto, tal evento histórico teve como consequência o surgimento das notícias falsas.Isso ocorre devido à alta vulnerabilidade social de muitas pessoas,assim,causando sérios riscos tanto no nível individual quanto no coletivo.
Primeiramente,vale destacar que tal inépcia sociocultural decorre da falta de cetismo. É fato,pois,em muitos casos,os indivíduos acreditam nas notícias sem averiguar na busca de novas fontes que atestem a veracidade dela.Essa característica tem como fator principal a falta de instrução sociocultural de duvidar nos elementos mais básicos que sejam.
Consequentemente, o tecido social acaba, inevitavelmente, sendo ferido em todas as esferas. Porquanto,a era da informação ao possibilitar a interação e compartilhamento quase que instantâneo dos fatos, deixou as pessoas como agentes de informação levando a estes,em muitos casos, usarem de suas prerrogativas de maneira antidemocrática.Tal fato evidente na reprodução notícias de cunho inverídico nas redes socias,visto que desacreditam o Estado democrático de direito,de modo que caluniam e difamam as pessoas e acabam ficando impunes por não haver regulamentação expressa.
Fica claro,portanto,é de suma importância a criação de um espírito crítico e de um regimento que trate de tal assertiva.Para tanto, é essencial que o Ministério da Educação e o Legislativo reorganizem uma nova grade curricular inserindo matérias de cunho humanístico,a fim de estabelecer espírito crítico.Além do mais,é fundamental que o Legislativo também elabore um Estatuto da informação,de maneira criar punições cívicas e penais àqueles que não usarem de maneira democrática as redes socias. Sendo assim, possibilitando o exercícios dos direitos básicos do cidadão e garantindo o pleno uso das instituições legais.