Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 17/08/2018

Desde o início do Brasil República, os presidentes do país controlavam os jornais para ter maior apoio dos cidadãos. Atualmente, após a criação da internet e das redes sociais, tornou-se acessível à pessoas comuns criar e propagar notícias falsas. Causando um novo problema a ser debatido na era da tecnologia e da informação.

É notável que a evolução tecnológica trouxe consigo diversas informações e de fácil acesso. Porém,  as pessoas conectadas passaram a acreditar em tudo o que leem, consequentemente perdendo o senso crítico e sendo enganadas por “Fake News”. Tal termo provém de notícias que aparentam ser verdadeiras, mas que na realidade são falsas e difamadoras.

É necessário ressaltar que, ao propagar tais informações, mesmo sem ter conhecimento de seu real valor, diversas pessoas são processadas por difamação e calúnia. Além disso, mentiras como essa podem acarretar em mortes de pessoas inocentes, como no caso de Fabiana Maria de Jesus que, em 2014 no Guarujá, foi assassinada após ser acusada injustamente de praticar magia negra com crianças.

Portanto, providências devem ser tomadas. O Governo Federal, em conjunto com as principais redes sociais usadas pelos brasileiros, sendo elas o Facebook e o Twitter, deve instituir tecnologia inteligente que detecte notícias sem fontes verdadeiras, delete o texto e denuncie o emissor. Desta forma, será possível diminuir a quantidade de “Fake News” propagada e o Brasil poderá ter um futuro com cidadãos mais críticos e menos enganados.