Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 30/07/2018

Com a chegada da Terceira Revolução Industrial, a informação e a tecnologia tornaram-se fontes preciosas para os países. Todavia, o avanço tecnológico exacerbado facilita a falsificação de notícias, espalhadas, principalmente, nas redes sociais. Por esse motivo, é importante a análise de questões como a manipulação digital e o compartilhamento de notícias falsas a fim de serem solucionadas.

É fundamental destacar que a adulteração de imagens e vídeos contribuem com a criação das Fake News. Tal ato pode proporcionar ao autor da matéria um crescente número de visualizações e, caso for postado em plataformas como o Youtube, a monetização do conteúdo exposto tende a aumentar. Dessa forma, mais pessoas serão atingidas e a notícia será disseminada prejudicando, assim, a vítima da manchete.

Além disso, o espalhamento de fatos inautênticos nas redes sociais agrava essa temática. Isso ocorre devido ao aumento na quantidade de informação vista pelos indivíduos, sobretudo entre jovens e adolescentes, mas que não passam nenhum conhecimento ou a percepção de que se trata de uma matéria sensacionalista. Logo, pode ser explicado pelo pensamento do biólogo americano Edward Osborne Wilson, no qual as pessoas estão afogadas em informação e famintas por sabedoria.

Fica claro, portanto, que a modificação em vídeos e imagens e a divulgação de notícias falsas devem ser analisadas para que soluções sejam tomadas. Nesse sentido, é necessário que senadores e deputados criem projetos de lei que criminalizem as Fake News objetivando a punição com pagamento de multas a quem divulgá-las. Ademais, o Ministério da Educação pode levar jornalistas e palestrantes às escolas e universidades no intuito de ensinar para os adolescentes e os jovens como detectar sites com discursos errôneos visando à melhoria da difusão de fatos verdadeiros.