Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 27/07/2018

“O homem é por natureza um animal político”. A frase do filosofo Aristóteles parece fazer alusão à circulação de informações no atual cenário Brasileiro, onde político de determinado partido dissemina informações falsas na internet a fim de prejudicar seus concorrentes. Assim, não só no campo governamental que se expande o Fake News, mas também em todas as áreas digitais, trazendo consigo uma fragilidade informacional.

Em primeira instância, vale salientar que tais atos são fundamentados desde a era Vargas, onde Getúlio Vargas, com o apoio midiático, espalhava informações falsas para conquistar a população e consequentemente ganhar o voto para a implantação da ditadura. Dessa forma, vários candidatos atuais usam as redes sociais para praticar tal ato, prejudicando o trabalho profissional, de sites e jornais, e levando notícias não verídicas para toda a população.

Entretanto, pesquisa realizada pelo MIT (Instituto de Tecnologia) aponta que as notícias falsas se espalham 70% mais rápido do que as verdadeiras devido ao seu impacto que causa na sociedade. Todavia, com a facilidade de compartilhamento, informações circulam o mundo em frações de segundos, tornando necessário averiguar e buscar fontes para saber se realmente é um fato.

Fica evidente, portanto, que a todo instante as redes sociais como o “Facebook” e “Twitter” são bombardeados de Fake News. Com isso, é imprescindível que o Poder Legislativo aprove o projeto de lei que criminaliza esse ato, para que os autores reconheçam a gravidade que é a divulgação de notícias dissimuladas e com isso não cometam mais esse ilícito. Outrossim, cabe também à empresas como o “Google” e outras redes sociais detectarem notícias falsas e eliminarem tais perfis que a publicam. Contudo, ao adotar determinadas medidas a chance de distorcer a imagem de um político, como na era Vargas, irá reduzir drasticamente.