Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 24/07/2018
Na sociedade contemporânea, globalizada e interconectada, o impacto das “fake news” na era da informação tem causado prejuízos para pessoas e entidades ao redor do mundo. Esse impacto pode ser observado em casos de violência fundamentados em histórias falsas e na política, influenciando a opinião publica acerca de algum governante, por exemplo. Diante disso, é extremamente importante minimizar o compartilhamento excessivo de notícias falsas e orientar a população a como identificá-las .
Nesse contexto, a disseminação de “fake news” associada a pessoas reais, além de difamar alguém, pode levar a um desfecho trágico. Foi o que aconteceu com Fabiane Maria de Jesus, morta a pancadas após ter sua imagem ligada, erroneamente, à magia negra envolvendo crianças. Tal fato demostra o perigo desse tipo de disseminação, a qual ocorre quase instantaneamente nas redes sociais. Por isso, o compartilhamento dessas informações pode gerar consequências inimagináveis, já que novas mentiras surgem quase diariamente.
Além disso, repercussões na política podem ser sentidas. Por exemplo, nas eleições dos Estados Unidos, em 2016, houve comprovação de que as notícias falsas foram mais lidas que as notícias verdadeiras, alterando, assim, a opinião das pessoas acerca de algum candidato a presidência. Dessa forma, alguns foram beneficiados e outros prejudicados. Porém, neste ano, no Brasil, onde é possível ver algumas mentiras relacionadas às eleições, o cuidado tem sido ressaltado ao lidar com a desinformação nas redes sociais.
Portanto, é extremamente importante que as próprias redes sociais, veículos da maioria das notícias, limitem o compartilhamento, como fez o Whatsapp recentemente, e verifique as informações mais populares, por meio de moderadores atentos aos acontecimentos. Ademais, os grandes jornais “online” devem ensinar a população a identificar as “fake news”, orientando a investigar fontes e a pesquisar em outros veículos. Assim, será possível obter maior segurança ao ler os informes na “internet”.