Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 11/07/2018
A técnologia tem uma força muito grande no que se diz respeito a capacitade de expansão de conhecimento, por outro lado, o modo de utiliza-lá não é neutro e a mesma rede social que agrega as boas práticas e estimula as melhores ideias, também permite a má-fé, a desinformação e as mentiras que por muito compartilhadas tornam-se “verdade”. Fica óbvio que o problema não está na tecnologia, mas no modo usitar dos internautas. Dessa maneira, algumas questões do mal uso da internet devem ser discutidas como: notícias maliciosas de interesses políticos e o controle da expressão de liberdade na internet.
“O principal impacto do Fake News é tumultuar o processo pelo qual as pessoas recebem informação de interesse público”, diz Cristina Tardáguilia, fundadora da Agência de Checagem LUPA. Esse tipo de notícia já teve protagonismo nas eleições americanas e deve causar impacto semelhante no pleito brasileiro. De tal maneira, a internet também manipula assim como o rádio e a televisão. Certamente, é necessário duvidar de notícias que tenham caráter político, pois a unidade básica de tomadas de decisões é a informação, e um povo, portanto, mal informado tem más decisões.
Sites e contas de redes sociais que travestem de veículos jornalísticos enganam os internautas usando nomes e marcas consolidadas para dar seriedade ao conteúdo veiculado, a medida que vão ganhando nome e dinheiro tornam-se uma grande indústria da desinformação. Páginas com conteúdo maliciosos são comuns, pois o direito de se expressar é livre de censura, porém a manipulação do voto com mentiras podem mudar totalmente o rumo do Brasil, haja vista que esta é a maior arma do cidadão para mudar a situação corrupta do país.
Fica evidente, portanto, que são muitos os ricos das Fake News circulando nos meios sociais e cabe ao receptor filtrar e checar a informações em outras fontes, aos deputados federais criarem leis para criminalizar a produção de notícias falsas e ao Tribunal Eleitoral Federal criar propagandas para orientar o eleitores a votarem com consciência.