Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 11/07/2018
Em 1937, no governo de Vargas, foi noticiado, através do programa radiofônico Hora do Brasil, o Plano Cohen que continha um suposto plano do comunistas para tomada do poder. Essa notícia, na verdade, era apenas um pretexto para instauração do Estado Novo. Analogamente, atualmente, se designa de fake news essas informações que são inverdades disseminadas para um bem próprio. Em vista disso, diversos perigos podem ser elencados, entre eles, rápida propagação e manipulação da sociedade.
Sob esse viés, a internet é a principal aliada de informes falsos, pois disponibiliza de redes sociais que as distribui para um grande número de pessoas, de forma rápida e eficaz. Como o caso da servidora municipal, de 50 anos, que compartilhou uma notícia inválida, que já havia mais de 800 visualizações, sobre um veterinário, desconhecido por ela, por meio do Facebook. A mesma foi penalizada a pagar 10 mil reais de indenização ao médico, já previsto no Código Penal, artigo 138 e 139.
Em segunda análise, as fake news servem para controle social. Segundo o ministro de propagandas de Hitler, Joseph, uma mentira dita mais de mil vezes torna-se verdade. De fato, pode-se verificar a veracidade dessa frase no ocorrido nos EUA em que foram divulgadas diversas notas falsas sobre Hilary Clinton ao qual prejudicou sua candidatura e sua família.
Por conseguinte, medidas interventivas devem ser propostas para minimizar esses problemas. Cabe aos gestores de redes sociais identificar e penalizar os responsáveis de criações de fake news. Através do apoio do Poder Judiciário baseado no Código Penal. Outrossim, administradores do Google devem produzir programas para exclusão de informações que não tenham comprovação. Por meio da contratação de programadores de Software. Destarte, gradativamente, haverá a redução dos perigos das fake news.