Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 26/07/2018
O efeito em cadeia das Fake News
O advento da internet no final do século XX transformou o mundo e trouxe com si diversas mudanças, entre elas, o fácil acesso à notícia. Contudo, falsas informações conhecidas como “Fake News” também envolvem a sociedade, a fim de alienar e manipular o pensar daqueles que não averiguam a veracidade dos fatos. Em razão disso, têm se grande parte da população atualizadas com dados falsos, implicando assim em cidadãos incapazes de influenciar na sociedade.
Um estudo realizado pelo MIT apontou que as Fake News se espalham 70% mais rápido que a verdade e que o tema mais relacionado é a política. Uma estratégia antiga já usada em regimes ditatoriais, por exemplo a Era Vargas e que ainda cerca o atual modelo político do Brasil e do mundo. Hodiernamente difundida em redes sociais, nessas falta um “regulador”, capaz de deferir a veracidade de uma informação. Sócrates anunciou, no meio de suas parábolas, que um fato antes de disseminado deve passar por “três peneiras”, sendo a primeira a verdade.
Nesse sentido, é preciso atentar-se aos difamadores das “Fake News”. Políticos que contratam equipes de marketing, para que essas sejam responsáveis pela difamação de notícias falsas que os vangloriem ou os acobertem. Tais notícias conseguem se espalhar mais rápido, pois refletem e concordam com opiniões pré-estabelecidas. Dessa forma, pessoas de boa-fé acabam por acreditar sem averiguar nas “Fake News”, simplesmente, por que o cidadão quer acreditar na notícia.
Dado o exposto, com intuito de melhor informar e deter as “Fake News”. Urge ao Ministério da Comunicação; impor equipes de jornalistas que irão averiguar os fatos nas redes sociais. Ademais, cabe as redes sociais desenvolver nas mesmas um sistema que identifique e adverta usuários que disseminem “Fake News”, desenvolvendo assim uma patrulha de pensamento e uma atenção que sempre irá checar duas vezes antes de compartilhar alguma informação.